Raquete da linha “CONQUEROR”,da marca DROPSHOT, na sua versão 6.0. A “arma” escolhida pelo jogador de top,  natural da Argentina, Juan Martin Diaz, que este ano faz uma dupla temível com Paquito Navarro. Composta por carbono, um material inovador CURV 360 e um núcleo de goma EVA SOFT. Tem um formato lágrima. Conta com uma superfície lisa com acabamento brilhante.


Ao pegar nela pela primeira vez fica-se com a sensação de uma raquete potente, robusta e equilibrada. O punho é mais “quadrado” que o habitual mas é algo que rapidamente se habitua. O balanço está direccionado para a cabeça mas não se fica logo com essa sensação ao pegar. Ao colocar-se os overgrips, conseguirá optimizar ligeiramente o balanço em direcção ao punho. Se não conseguir colocar mais do que 1 overgrip a opção recai também por colocar fitas de tungsténio por baixo do(s) overgrip(s) para baixar o balanço da raquete. Pelo contrário se quiser ainda adicionar mais potência, coloque as fitas no topo da raquete por baixo ou por cima do protector. Esta é uma opção bastante viável para quando se gosta muito de todas as outras características de uma raquete, menos do seu balanço.

Em jogo é uma raquete com um toque médio a tender muito ligeiramente para o soft. Apresenta um sweet spot médio, subido, mas bastante aceitável para uma raquete virada para a potência. Em termos de potência não o vai desiludir, tem de sobra. Tem uma saída curta. Na rede bandejas e volleys saem precisos e muito potentes. O controlo de fundo do court é bastante aceitável, tendo em conta que a raquete é surpreendentemente manuseável quando se opta por não colocar o protector original “Dropshot” que altera completamente este cenário. Os lobs saem com facilidade quando bem executados mas convém uma pancada completa e correcta devido à saída algo curta.

O peso testado foi o de 367gr.

A superfície é lisa com acabamento brilhante.

Em termos sonoros é uma raquete que tem uma sonoridade média e com um timbre médio-grave.

O cordão de segurança é simple e não permite ajuste fácil.

Em termos de durabilidade, parece ser uma raquete sólida, muito bem construída e robusta que não irá quebrar muito facilmente. Bem estimada durará bastante tempo na minha opinião.

Prós:

  • Boa potência
  • Manuseável (sem o protector de borracha dropshot)
  • Resistente
  • Boa absorção de vibrações

Contras:

  • Cordão de segurança não ajustável


Em conclusão, esta é uma raquete para indicada para jogadores agressivos de nível avançado que procurem potência adicional sem perder totalmente a manuseabilidade e controlo de fundo do campo. Conta com uma pancada de dureza média a tender ligeiramente para soft e uma saída curta. É uma raquete com um bom compromisso geral entre potência, controlo e manuseabilidade, mas onde impressiona mais é mesmo pela sua potência. Em fase defensiva, caso tenha boa preparação física e uma técnica apurada, cumpre sem grandes problemas. Na rede irá possibilitar efectuar pancadas com muita potência e precisão. Vai conseguir efectuar volleys e bandejas precisos e com a potência necessária para incomodar os seus adversários. No smash não tirá dificuldades, conseguirá sacar por 3, por 4 e trazer a bola de volta de forma consistente. A parte visual está muito atractiva na minha opinião. Não senti praticamente vibração no braço, mas o seu balanço eventualmente trará algum desconforto após algum tempo de jogo. Serve, na minha opinião, jogadores de nível alto e de esquerda que primem pela agressividade no jogo de rede. Uma boa opção ofensiva com um equilíbrio geral aceitável e com boa absorção de vibração para quem tenha problemas no cotovelo. Uma das melhores raquetes deste ano sem dúvida. Bons jogos!

POTÊNCIA
CONTROLO
SAÍDA
MANUSEABILIDADE
SWEET SPOT
QUALIDADE/PREÇO

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