Raquete da prestigiada marca Tecnifibre, da linha Wall Master 350, a gama que a marca definiu como feminina. Composta por carbono e um núcleo de goma EVA de alta densidade. Tem um formato híbrido a tender para o redondo e uma superfície lisa com acabamento mate.


Ao pegar nela pela primeira vez fica-se com a sensação de uma raquete sólida e bastante leve (o peso varia entre 340-360gr para este modelo). O balanço está relativamente centrado. Ao colocar-se os overgrips, conseguirá optimizar o balanço em direcção ao punho. Pode, adicionalmente, colocar fitas de chumbo ou tungsténio no punho, por baixo dos overgrips se ainda quiser baixar um pouco mais.

Em jogo é uma raquete com um toque médio-duro. Apresenta uma goma de média densidade. A sua estrutura em carbono dá-lhe uma rigidez extra. Apresenta um sweet spot médio-alto. Em termos de potência não é a raquete mais indicada, contudo o seu formato híbrido permite, quando bem executada, uma pancada com alguma potência na rede. Tem uma saída curta a tender para média. Na rede bandejas e volleys saem com boa profundidade. O controlo é razoável fundo do court e em fase defensiva ajuda pela sua leveza e manuseabilidade. Os lobs requerem que se coloque um extra de força para não ficarem curtos e à mercê do adversário.

O peso testado foi o de 350gr.

A superfície é lisa com acabamento mate.

Em termos sonoros é uma raquete que tem uma sonoridade média e com um timbre médio-grave.

O cordão de segurança é ajustável o que é sempre uma boa opção. Deveria ser sempre a norma na minha opinião.

Em termos de durabilidade, parece ser uma raquete bastante sólida e bem construída o que leva a querer que poderá ter um largo período de vida útil quando bem estimada.

Prós:

  • Cordão ajustável
  • Boa relação preço/qualidade
  • Leve e manejável

Contras:

  • Falta de potência
  • Toque algo duro para uma raquete desta gama

Em conclusão, esta é uma raquete para jogadoras de um nível médio. Conta com uma pancada média-dura e saída curta a tender para média. Em fase defensiva a sua manuseabilidade ajuda a devolver o maior número de bolas possível. Na rede consegue-se obter alguma potência, mas requer precisão no sweet spot e boa disponibilidade física, perfeitamente em linha neste tipo de modelos. Consegue-se com boa técnica, com um braço experiente e algum esforço forte sacar por 3, por 4 e trazer a bola de volta. Senti ligeira vibração no braço, pela sua estrutura rija em carbono e o seu toque a tender para o duro. Serve jogadoras de ambos os lados, que queiram uma raquete manejável, com bom toque a um preço muito interessante. Uma boa aposta para a linha de Senhora a um preço bem abaixo da maioria das opções no mercado.

POTÊNCIA
CONTROLO
SAÍDA
MANUSEABILIDADE
SWEET SPOT
QUALIDADE/PREÇO

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